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Hela | Moda e tendências

Um olhar diferente sobre a moda. ✨ Aqui falamos de moda, tendências, opiniões e muito mais.

27
Mai19

Ela mudou as minhas unhas para sempre

Tita Vicente

Há vários anos que faço unhas de gel, por dois motivos: primeiro sempre roí as unhas o que as deixava super feias e segundo pela praticidade, gosto de andar com as unhas arranjadas, mas tenho zero paciência e jeito para as pintar eu. 
Sempre fui uma pessoa super básica, nunca gostei de muitos enfeites ou coisas muito diferentes. Era adepta de preto no inverno e branco no verão, mas isto foi até conhecer a Bárbara. A Bárbara é uma empreendedora. No início distribuía cartões nos centros comerciais para atrair clientes e foi assim que ela me apanhou. A primeira vez que fui fazer as unhas com a Bárbara pedi-lhe o meu básico: unhas pretas, mate e redondas e lembro-me como se fosse ontem a cara de desapontamento de quem ia fazer as unhas mais básicas do universo. Mas depois comecei a ver os trabalhos dela e algo mudou. Na segunda vez pedi uma unha de cada cor numa conjugação de tons pastel e depois disso as minhas unhas nunca voltaram a ser só de uma cor e muito menos básicas como eram antes. 
A Bárbara é a dona da Heirs of Venus que fica em Benfica, Lisboa e é a responsável por todas as doidices que são feitas nas minhas unhas. Para além de um trabalho incrível, os produtos usados na loja são vegan cruelty-free e ela tem um cuidado invejável com os utensílios usados por cada cliente. 

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Foto tirada por mim

24
Mai19

[Display Night] Esta foi a Coisa Mais Linda que vi

Tita Vicente

Renascido das cinzas o Display Night voltou para vos falar da nova série da Netflix, Coisa Mais Linda.

É uma série brasileira, o que para começar deixou-me um pouco de pé atrás, mas como toda a gente falava tão bem dela decidi dar uma chance. Tem apenas uma temporada — e a segunda já está confirmada — e os episódios são curtos, cerca de 40 minutos cada um, o que a torna numa série super leve e descontraída que se pode ver em qualquer lado.

O Rio de Janeiro foi o palco escolhido para esta serie que se passa nos anos 60 e que fala muito das questões de empoderamento feminino. A história, apesar de um pouco previsível, é muito bonita e os detalhes de filmagens e de guarda-roupa adaptados à época torna tudo ainda mais mágico. As quatro mulheres principais da história são adoráveis e as suas histórias são inspiradoras, cada uma da sua forma. 

Se procuram uma boa série para ver na hora de almoço ou nos tempos livres, aconselho esta.

 

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Imagem retirada do Pinterest

 

Nota: 4 em 5 

22
Mai19

Um mês e um livro de 500 páginas

Tita Vicente

Se me contassem eu também não acreditava. Pois é, aqui a menina, que não é a maior fã de leituras, devorou um livro com mais de 500 páginas num mês. Acho que depois desta bati todos os meus recordes de leitura e acredito, vivamente, que irá ser difícil repetir esta proeza. 
"Everything i know about love" da recém escritora Dolly Alderton foi o livro que me deu esta pequena vitória pessoal. Bem sei que não é um Saramago ou coisa parecida, é um livro simples que conta a história e peripécias de vida de uma rapariga desde a sua adolescência até aos seus tempos de adulta. É um livro que dá gosto ler porque nos relembra da nossa própria infância/adolescência. Relembra-nos que em tempos existiram cassetes, discmans e do bom velho MSN messenger. Estas e tantas outras coisas, que para quem é dos anos 90 são verdadeiros tesouros
É um livro que apesar do tamanho se lê facilmente, pois a escrita da Dolly é bastante simples e fluida. Eu li o livro em inglês e não tive nenhum problema com o vocabulário. Não vou desvendar muito mais deixo-vos aqui a sinopse para os mais curiosos.

 

"SE PENSAVA QUE SABIA TUDO SOBRE O AMOR, PENSE OUTRA VEZ.

Quando se trata das provações e triunfos da jornada até à idade adulta, a jornalista e ex-colunista do Sunday Times, Dolly Alderton, já viu e experimentou de tudo.

Ela descreve-nos vividamente o processo por que passamos quando nos apaixonamos, a luta contra a autossabotagem, a procura de um emprego, o que é dar uma festa desastrosa cuja temática é o Rod Stewart, apanhar uma bebedeira, levar com os pés, perceber que o Ivan da loja da esquina é o único homem com o qual sempre pudemos contar, e descobrir que as nossas amigas estão sempre lá, no fim de cada noite de desgraça.

Este é um livro sobre encontros para esquecer, boas amigas e – acima de tudo – sobre sabermos reconhecer que somos suficientes. Dolly Alderton sobreviveu (à tangente) aos seus Vintes e, em "Tudo o Que Sei Sobre o Amor", apresenta-nos uma descrição impávida dos encontros catastróficos e dos apartamentos miseráveis, dos desgostos de amor e das humilhações e, o mais importante, das inquebráveis amizades femininas que a ajudaram a aguentar-se.

Cheio de humor, coração e perspicácia, este é um livro para dar a todas as mulheres que já passaram por lá ou que estão prestes a dar o primeiro passo rumo ao resto da sua vida."

Texto retirado de fnac.pt

 

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Imagem retirada do Pinterest

20
Mai19

O vintage está na moda

Tita Vicente

Este título é uma afirmação que tem feito parte da minha vida, e da de muita gente, nos últimos tempos. Numa época em que as fast fashion vendem cada vez mais a mesma coisa, sinto que ser único se tornou uma tarefa complicada. Ou melhor, sentia porque cada vez mais me tenho distanciado das lojas comuns e procuro comprar peças em lojas vintage. Há anos que frequento lojas vintage, mas confesso que só agora começo a perceber a verdadeira importância destas lojas.

Para além da possibilidade de comprar peças que são únicas e que dificilmente irás encontrar outra pessoa com uma igual, existe o outro reverso da moeda, a sustentabilidade. É muito mais sustentável e amigo do ambiente esta nossa nova mania de comprar vintage, de comprar "usado". Para além de nos ajudar a nós - que, na maioria dos casos, poupamos uns belos euros - ajuda o nosso planeta e é como se tem vindo a dizer: "não existe um planeta B".

De todos os locais que já visitei em Lisboa e no Porto, o meu paraíso vintage é Madrid. Se existe uma coisa que marcou a minha viagem para a capital espanhola foram as lojas vintage e a feira do El Rastro. Tivesse eu espaço na mala e dinheiro na conta bancária e claramente teria comprado muitas coisas. Para além de artigos de marcas muito conhecidas e queridas, os preços são bastante acessíveis e convidam mesmo as pessoas a comprar artigos destes.

E por aqui, alguém costuma comprar peças vintage?

 

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Imagem retirada do Pinterest

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