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Hela | Moda e tendências

Um olhar diferente sobre a moda. ✨ Aqui falamos de moda, tendências, opiniões e muito mais.

19
Nov19

O futuro nos nossos dedos

E se fosse possível visualizar uma peça virtualmente em 360º enquanto a personalizamos?

Tita Vicente

Ontem comecei a falar de moda futurista e acabei a pesquisar imenso sobre o que será que vai aparecer aí no mercado, quais serão as possibilidades. Enquanto andava a navegar por essa internet fora tropecei num vídeo no Linkedin, que meus amigos, eu gostava muito que aquilo fosse real e que alguém nesse mundo gigante já estivesse a pensar numa forma de produzir aquilo com um bom preço e talvez a começar a vender em 2020.

Eu não sei ao certo a origem do vídeo, mas claramente isto deve ser uma possibilidade, mesmo que ainda não seja executável. Mas voltando ao que importa. Pois é, quem é que nunca estava a comprar uma peça e se deparou que nas fotos não dá para ver a 100% o pormenor da sola? Ou se aquela faixa vermelha é mais comprida ou curta? Quem é que nunca se perdeu enquanto pesquisava a mesma peça em várias cores? Eu já, e acredito que não devo ser a única. Agora imaginem que dois anéis transformavam o vosso dedo num verdadeiro sensor 3D onde podem mexer no produto de forma virtual? Vou deixar-vos ver o vídeo primeiro e depois vou dar-vos a minha opinião sobre este produto.

 

 
 
 
 
 
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Se isto é executável em grande escala eu não sei, e provavelmente não será num futuro tão próximo assim. Isto iria exigir ecrãs com outras especificações, iria exigir que várias empresas se adaptassem imenso, mas sonhar ainda não é proibido, não é? Eu cá achei uma ideia brilhante e que claramente poderia ser muito útil sobretudo em marcas exclusivamente online ou para países onde por exemplo não exista uma loja física de certa marca.

Agora quero saber a vossa opinião: acham que isto seria útil?

18
Nov19

A moda virtual é o futuro?

Tita Vicente

Vamos falar de uma moda diferente? De uma moda futurista? Pois é, o futuro é um lugar incerto de infinitas impossibilidades. Este fim de semana li a notícia de um senhor que comprou um vestido virtual para a sua mulher. Aquilo chamou-me à atenção, mas sobretudo pelo preço da peça em questão: 8600€. De salientar que isto é uma peça totalmente virtual. O senhor alegou que isto é mais um passo para o futuro e que, um dia, esta poderá ser a recordação dos primórdios desta época.  

vestido1.jpgImagem retirada do Instagram da marca

Isto era um mundo que eu desconhecia que existia, mas pelos vistos a The Fabricant não é a única empresa a produzir artigos destes. Estamos a falar de um vestido virtual. Algo que não existe fisicamente e que foi implantando naquela fotografia e que provavelmente nunca sairá para o mundo real. Inclusive, uma marca portuguesa, Marques Almeida, já colaborou com a The Fabricant. E este novo conceito pode perfeitamente ser o futuro. Já temos influencers virtuais a usarem alta costura e a fazer publicidade a grandes marcas, por isso, pessoas reais usarem produtos virtuais pode ser o novo grande passo do mundo da moda. Porque não?

marques.jpgImagem retirada do site da marca

Eu confesso que fiquei muito curiosa com esta nova ferramenta. Não sei se pagaria tanto dinheiro por uma peça virtual, mas acredito que no futuro isto pode ser uma ferramenta que combinada com outras marcas pode gerar toda uma nova experiência de compras virtuais. Imaginem-se a conseguir experimentar através dos vossos computadores uma peça de roupa que querem comprar, mas que não existe disponível no vosso país? Quantas vezes se questionaram se aquele vestido ou aquelas calças vos ficariam bem? Pois que este problema poderia talvez ser solucionado com esta ferramenta.

Mas voltando a falar da The Fabricant. Esta empresa pretende transformar o mundo da moda. Aliás eles pretendem ser a primeira casa de Haute Couture digital. Mas digo-vos que receber este estatuto não é para todos, é um clube muito exclusivo. Se eles irão conseguir ou não esta categoria eu não sei, mas sem dúvida alguma que para qualquer pessoa que goste do mundo da moda deve estar atenta a esta nova tendência que poderá revolucionar o meio ou cair no esquecimento.

Vocês estariam dispostos a pagar por uma peça virtual?