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Hela

Another blog, same thing. ✨ Aqui falamos de moda, tendências, opiniões e muito mais.

16
Out19

Para quem é que tu escreves?

Tita Vicente

Sempre me interessei muito pela influência no meio digital e as formas como cada um a usa a seu favor, não é à toa que este mundo é o meu escape desde que sou adolescente. Formei-me em Jornalismo e, nos últimos dois anos, comecei a interessar-me mais sobre a área do Marketing, pois percebi que tudo estava interligado. Tenho pesquisado muito sobre o assunto, entrado em vários grupos, procurado vários especialistas e tudo aquilo que posso fazer gratuitamente ou com um custo que caiba no meu orçamento.  

Durante os últimos tempos uma das questões em que mais tenho pensado é: qual é o meu público? Para quem é que eu quero escrever? Quem é que eu quero que me “ouça”? Estas são as questões que a maioria destes cursos e todas as pessoas nos fazem. No fundo, estas perguntas devem-nos ajudar a definir o nosso nicho e eu nunca soube responder a 100%. Aliás, ainda hoje não sei. 

Lifestyle é um nicho demasiado abrangente, apesar de achar que é o que eu me enquadro melhor. Eu escrevo um pouco sobre tudo: atualidade, moda, cinema, etc. Escrevo sobre o que gosto, o que me vai na cabeça. Mas quando penso no nicho para o qual gostaria de falar é inevitável, o meu cérebro automaticamente pensa em moda. O problema é que este é, provavelmente, um dos que exige mais esforço criativo porque as pessoas habituaram-se a procurar informações sobre este assunto no Youtube ou no Pinterest e deixaram de procurar as informações nos blogues. Mas como é este o nicho para o qual eu mais gostaria de escrever tenho pensado de que forma poderei trazer isso aqui para este cantinho de forma mais criativa. Estou a fazer alguns cursos e a procurar assuntos que eu gostaria de explorar dentro desta área.

Agora resta saber, dos leitores assíduos aqui do cantinho, este era um tema que gostariam de ver aqui no blogue? Tal como disse, não pretendo deixar de escrever sobre os outros assuntos, mas gostava de explorar um pouco mais esta área aqui.

15
Out19

Pensar em nós fora da caixa

10 coisas sobre mim, algumas não tão óbvias.

Tita Vicente

Depois de uma pausa, um pouco forçada, devido a umas semanas atribuladas no trabalho que me roubaram completamente a energia e a criatividade estou de volta. Pensei muito no que queria escrever para regressar e optei por copiar a ideia da Nala e escrever 10 coisas sobre mim que provavelmente vocês não sabem!  

 

  1. Eu amo chocolate. Se calhar vocês já sabem, mas eu adoro chocolate! De verão é uma coisa que vou só comendo quando me lembro, mas mal começa o tempo mais frio sinto que o meu cérebro quer automaticamente comer chocolate. 
  2. Podcasts. Ouvir podcasts tornou-se o meu novo vício. Os primeiros que ouvi achei super aborrecidos, depois viciei no Ask.tm e quando dei por mim já ouvia meia dúzia e estou sempre há procura de novos! (Se tiverem sugestões já sabem, podem deixar nos comentários) 
  3. Escrever. Foi algo que sempre gostei de fazer e que sempre me ajudou imenso durante várias fases da minha vida. A escrita sempre foi o meu refugio até porque nunca fui uma pessoa extremamente social e os blogues foram muitas vezes o meu escape durante a adolescência. 
  4. Nova Iorque. Se já leram a minha descrição aqui no blogue, esta é óbvia. É a minha cidade de sonho, não me perguntem porque, mas sinto uma conexão gigante com aquele lugar e um desejo enorme de explorar cada canto dele. 
  5. Adoro tecnologia. Não sou uma nerd, calma, mas adoro tecnologia! Adoro descobrir coisas novas e estar informada sobre os últimos lançamentos das marcas, especialmente no que toca a telemóveis e assim. 
  6. Sou super organizada. Mas podem levar isto a um nível de OCD misturado com Marie Kondo. Eu sempre fui uma pessoa extremamente organizada e detesto ver coisas fora do sítio. Aliás, eu chego áquele nível de que tudo tem o seu lugar e nada pode estar desviado dois milímetros do sítio.  
  7. Pinturas/Quadros. Se já viram a minha publicação sobre as paredes do meu quarto sabem que eu valorizo imenso arte, sobretudo quando vejo os artistas a fazer obras na rua.  
  8. Moda. Eu amo moda, descobrir estilos e criar combinações. Tudo o que envolva moda na verdade.  
  9. Redes sociais. Já as amei, já fui viciada e, hoje em dia, tento ser o mais desligada delas que consigo. Fiz uma limpeza muito grande nas pessoas que sigo e fiquei apenas a seguir aqueles que realmente sinto que me acrescentam alguma coisa.  
  10. Dormir. Eu adoro dormir, é algo que gosto imenso e que me faz não compreender as pessoas que não conseguem dormir ou que vivem com insónias. Eu cá prezo muito as minhas horas de sono!! 

 

Pensar em coisas não tão óbvias para escrever foi mais difícil do que eu estava à espera. No entanto, foi um bom exercício. Agora eu quero saber: quem vai aderir ao desafio? Ficaram surpreendidos com algum facto sobre mim? 

07
Out19

Menos um item na bucketlist

Tita Vicente

Sempre adorei cavalos, lembro-me de ser pequenina e delirar de cada vez que via um e sempre achei que fazer equitação e poder lidar com cavalos deveria ser uma experiência incrível. Deixei de ser criança, passei a ser adulta, mas mesmo assim o desejo manteve-se sempre aqui. Este fim de semana alguém muito especial decidiu surpreender-me e marcar-me uma aula para poder finalmente realizar o meu sonho de criança.

Tive a minha primeira experiência no Centro Hípico do Porto e Matosinhos e acho que não poderia ter sido algo mais incrível e mágico do que foi. Não me lembro, infelizmente, do nome da professora com quem fiz aula, mas sei que a simpatia, a calma e a paciência dela fizeram desta experiência algo incrível que ficou prometido que se iria repetir!

O primeiro passo foi colocar o capacete de segurança e depois de conhecer o Rambo foi hora de começar a aula. Fiz apenas os exercícios básicos que dessem para me habituar a estar em cima de um cavalo na posição correta, alguns de equilíbrio para aumentar a confiança - pois parecendo que não os cavalos são animais bastante altos e exigem de nós uma postura super correta para que ambos nos sintamos confortáveis - e no fim depois de experimentar um pouco andar a trote fizemos um passeio rápido.

As aulas são curtas, duram apenas meia hora, mas penso que mais do que isso seria extremamente cansativo para o animal até porque estamos ali apenas para aprender. O bichinho ficou aqui e a próxima aula irá ser marcada muito em breve! Sem dúvida alguma que foi uma experiência que não irei esquecer e que irei guardar com muito carinho para contar no futuro. Demorou 24 anos, mas tenho mais uma coisa da minha bucketlist riscada!

 

WeChat Image_20191007110903.jpgFoto da minha autoria

PS: um obrigado especial ao organizador desta surpresa que me conhece como ninguém e sabia deste sonho antigo 

04
Out19

Os dois seres humanos mais especiais

Hoje é o dia mundial do animal.

Tita Vicente

Hoje é o dia mundial do animal e por muito “careta” que isto possa parecer eu quero vir deixar aqui a minha marquinha de agradecimento ao que eu considero ser o meu ser humano preferido. O Kiko não foi o meu primeiro animal de estimação. Não foi o primeiro com quem convivi diariamente, mas é sem dúvida o mais especial que já tive.

Sem contar com os peixinhos, o meu primeiro animal de estimação foi um cão. Durou muito pouco tempo, cerca de 15 dias, porque eu era muito nova – frequentava provavelmente o 4º ano – e lembro-me de ter discussões com a minha mãe e de fazer birras de que não queria ir para a escola porque o meu fiel amiguinho novo iria ficar sozinho todo o dia e ia ser um infeliz. Claro que ao fim de 15 dias a minha mãe decidiu que o melhor era arranjar outra família e que tão cedo não me iria deixar ter outro animal que não um peixe.

Quando fui para o quinto ou sexto ano de escolaridade comecei a pedir à minha mãe para adotarmos um gato. Não me perguntem como, mas a minha mãe aceitou logo à primeira e começamos a procurar associações de animais ou lojas que tivessem gatos para adoção e foi aqui que surgiu a Kitty. A Kitty foi adotada numa loja de animais no Parque Nascente e lembro-me perfeitamente de que quando a vi pela primeira vez soube de imediato que a queria como companheira. A senhora contou-nos toda a história e como ela era um pouco uma gata traumatizada porque a antiga dona tinha mais gatos em casa que acabaram por excluir a nossa princesa e ela viu-se obrigada a dá-la para adoção, ou seja, foi assim que ela chegou até nós. Fomos muito felizes com ela, apesar de não ser a gata mais sociável, ela estava sempre quando nos sentíamos mais em baixo.

Mas a minha vida mudou quando adotei o Kiko. Ele foi o primeiro animal que é exclusivamente responsabilidade minha. Quando me mudei para Lisboa soube logo que queria adotar um gato porque sentia muita falta de ter uma companhia. O Kiko apareceu na minha vida em junho de 2018 e sem dúvida alguma que desde aí sou muito mais feliz. O início foi um pouco conturbado, cheguei a pensar em desistir de tudo porque ele era bastante rebelde, mas após alguma paciência e gritos a dizer que não podia roer cabos de telemóvel ou acordar-me às 4h da manhã por querer mimos tudo mudou e, hoje em dia, ele é bastante mais calmo e muito mais mimado. Ele aprendeu a apanhar a bolinha, está sempre ao meu lado quando eu me sinto mais em baixo, responde quando chamo por ele e dorme todos os dias ao meu lado na sua almofadinha, tal como um ser humano. O Kiko é muito especial para mim e espero poder ter a mesma sorte que tive com a Kitty e que ele dure 16 ou mais anos ao meu lado.